Resumo

A partir de jornais e revistas do acervo digital da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, os autores revisitam a história da ioga no Brasil e contestam a narrativa comum que situa o início da prática no país por volta de 1950, atribuindo-a a nomes como Sevananda, Caio Miranda ou José Hermógenes. As fontes analisadas revelam um conjunto de iniciativas de difusão da ioga já entre 1910 e 1920, décadas antes desses pioneiros mais celebrados, evidenciando uma história esquecida que ajudou a moldar o vocabulário e o repertório da prática no país.